15/01/2026 - 10:29
O astronauta japonês Kimiya Yui publicou um vídeo em sua página no X (antigo Twitter), no qual aparecem imagens de uma aurora boreal vistas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O conteúdo foi produzido em formato time-lapse, dispondo, assim, uma melhor dimensão sobre o fenômeno.
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Confira o vídeo
おはようございます!
仕事の隙間を狙っての撮影が続いています。
私がまもなく帰還するのを知って、太陽さんが頑張ってくれたのか、とても美しいオーロラを撮影する事が出来ました。
撮影できた事も嬉しかったですが、何より映像を見て皆さんが喜んでくださる様子を思い浮かべ、1人で微笑みました笑。 pic.twitter.com/qQJDpqlq1U— 油井 亀美也 Kimiya.Yui (@Astro_Kimiya) January 11, 2026
Junto a filmagem, Kimiya Yui forneceu mais detalhes sobre o momento. “Sabendo que eu voltaria em breve, o Sol se esforçou para mim, e consegui capturar uma aurora incrivelmente linda. Fiquei feliz por ter conseguido filmar, mas, acima de tudo, imaginei a alegria de todos ao verem as imagens e sorri sozinho”, exclamou o astronauta.
Como o fenômeno é visto fora da Terra
As luzes são o resultado de interações entre as emissões solares e o campo magnético da Terra. A cor específica depende do gás atmosférico e da quantidade de energia envolvida. Por exemplo, irrupções de luz verde ocorrem depois que átomos de oxigênio são energizados por colisões com elétrons em movimento rápido.
Outras fontes de luz também são visíveis, incluindo cidades em alta latitude que pontilham a paisagem abaixo. E olhando a distância em direção ao arco da Terra, pode-se ver a camada de airglow – a luz emitida por reações químicas causadas pela luz solar na atmosfera superior. Finalmente, o brilho branco-azulado perto do horizonte é o nascer do sol que se aproxima – um dos 16 amanheceres visíveis da estação espacial a cada dia.
