O cosmonauta russo Sergey Kud-Sverchkov, da agência espacial Roscosmos, publicou, na quarta-feira, 21, a gravação que fez de uma aurora boreal diretamente da Estação Espacial (ISS). O fenômeno ocorreu durante uma intensa tempestade solar que atingiu a Terra nesta semana.

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O fenômeno chamou a atenção pela intensidade e coloração. A tempestade solar, identificada como nível quatro de cinco em uma escala de gravidade, foi considerada a mais intensa dentro do período de 20 anos. O Centro de Previsão do Clima Espacial (SWPC) do Serviço Nacional de Meteorologia monitorou o evento climático.

Em uma rede social, Sergey descreveu que a erupção solar “desencadeou uma incrível aurora boreal” e que, além do brilho verde familiar, “um vermelho também apareceu, que geralmente ocorre em altitudes de 300-400 km. Isto é o que parece quando voas através dele”, completou.

Confira o momento

Como as auroras boreais acontecem

O sol está na fase máxima do seu ciclo de atividade de 11 anos, tornando os espetáculos de luz mais comuns e disseminados. As coloridas auroras boreais têm decorado os céus noturnos em lugares inesperados, e especialistas em clima espacial dizem que ainda há mais auroras por vir.

Exibições de aurora, conhecidas como as luzes do norte e do sul, são comumente visíveis perto dos polos, onde partículas carregadas do sol interagem com a atmosfera da Terra.

Observadores do céu estão vendo as luzes mais profundamente nos Estados Unidos e na Europa.