Pesquisadores da Universidade de Gotemburgo e do Museu Västergötlands, na Suécia, analisaram crânios da Era Viking e encontraram novas evidências de que as populações da época sofriam com doenças bucais, danos nas articulações da mandíbula, infecções nos seios nasais e nos ouvidos, cáries dentárias e osteoartrite.

A pesquisa feita por meio de tomografia computadorizada (TC) evidenciou os danos na superfície e no interior dos crânios antigos.

“Encontramos muitos sinais de doença nesses indivíduos. Exatamente porque não sabemos. Embora não possamos estudar os danos no tecido mole porque ele não está mais lá, podemos ver os traços deixados nas estruturas esqueléticas”, explicou Carolina Bertilsson, da Universidade de Gotemburgo, ao site “Science Alert”.

O artigo reforça que diversas informações valiosas podem ser reveladas pelo exame de restos mortais, fornecendo mais dados sobre as dificuldades e a qualidade de vida das populações antigas.

Os pesquisadores pretendem continuar a aplicar a abordagem tecnológica em outros vestígios antigos, com o objetivo de revelar fatores inéditos escondidos nos ossos.